E geralmente não deixam falar quem começa usando essa frase, mas tô nem aí porque o blog é meu, bjs.
Eu sei que eu sumi e tal, mas adivinha por causa de quê? Da minha amada UFMT, sabe. Semana(na verdade semanas) de provas. E não pensem vocês que eu não saí no prejuízo, porque graças a esses dias amados meu sistema imunológico foi pras picas e eu ganhei um resfriado MARA.
Além do mais, nesse meio-tempo que eu sumi, aconteceu de TUDO. E quando eu achava que não podia acontecer mais, acontecia, sabe.
Eu tirei uma lição de vida.
NUNCA pense que não pode piorar. Porque pode piorar sim.
Eu achava que tava ruim, por causa das provas e problemas pessoais e tava quase surtando. Mas não foi o suficiente, eu TINHA que piorar, sabe?
Tipo o dia que eu virei emo por acidente.
Eu tava em casa estudando com a Vitória e tomando coca num copo de vidro. Aí ela foi dormir e eu fiquei no pc. Uma hora muito linda, eu desastrada como sou, meti o tornozelo na cadeira. Quem já fez isso sabe o quanto dói. E eu fiquei resmungando no estilo Pato Donald, fora uns palavrões que eu falei, foi aí que mais uma vez desastrada eu esbarrei no copo, o copo caiu, quebrou e um caco voou no meu pulso e cortou. Parece mentira, mas aconteceu, pergunta pra Vitória.
Só vi o sangue jorrando e desesperei. O corte foi pequeno e nem foi muito fundo, mas a quantidade de sangue que tava jorrando me assustou e na hora eu esqueci como estancar um sangramento de tão nervosa que eu fiquei. A Vitória, acordou com o barulho do copo caindo, e viu o tanto de sangue saindo e gritou “Rayzah O_______O”. Aí ela estancou o sangramento, blablabla, depois a mulher do meu pai passou um remédio pra não infeccionar e eu tampei o corte com um band-aid da Hot Wheels. hahahaha. Agora eu fico rindo, mas na hora eu desesperei.
Só aconteceu porque era eu. Se fosse outra pessoa, não acontecia.
Ou tipo quando no meio de uma prova prática de analítica, eu e os manolos do meu grupo começamos a fazer muagem e tiramos fotos, e fizemos graças com a solução toda vez que terminávamos uma titulação. Até aí tudo normal, né, é o que a gente fazia em toda prática de titulação, tacar o titulante que sobrou no titulado pra ver até onde podia modificar, haha.
Nunca aconteceu nada demais. Só que no dia da prova, um dos reagentes era nitrato de prata.
Eu já sabia o que podia acontecer caso caísse nitrato de prata na minha mão, então me ocupei lavando as mãos depois da prática e não adiantou.
Como é de conhecimento de quem já viu minha cara de alguma forma, eu sou branquela quase transparente.
Depois da prática, fui pro ponto de carona de mãos lavadas, e quando olho… estão pretas hehe. O nitrato de prata mancha a pele em contato com o sol, as manchas saem em cerca de duas semanas… mas pensa?
Isso chama a atenção em branquelas quase transparentes. Eu tava com vitiligo ao contrário!
Piorou, ehehehehe.
E tem mais! Tem mais!
E eu e a Vitória que quando saímos, parecemos quando tem aquelas duplas de amigas encalhadas, sabe? iuahaihaiu
A gente resolve sair, pra ver se desencalha e tal, e nada. E não somos feias mesmo.
Essa cidade que é uma merda, fato.
Vou falar, Barra do Garças tem a maior concentração de doidos por metro quadrado. Sabiam?
Tipo um dia, que eu tava esperando minha carona pra aula de alemão, sentada no mesmo lugar onde aconteceu a história do açaí que foi contada na saga Lifetime desse blog. Tinha uma mulher sentada em outra mesa, ok. Aí de repente um manolo de terno, passa e começa a gritar umas coisas extremamente nonsense pra ela. E saiu.
Aí ela olhou pra mim com uma cara de “WTF”, e eu só respondi com aquele gesto de quem também não tava entendendo porra nenhuma.
No mesmo dia também, tinha outro manolo que passava toda hora falando sozinho.
E eu morrendo de medo de um desses me abordar, porque eu sou ímã pra essas porcarias. Eu, como ímã, queria ter direito a andar com metralhadora quando saísse de casa.
Sem contar o dia que eu e ela fomos sair, e estávamos esperando o ônibus em frente de casa, quando de repente somos abordadas por um travesti que não parava de tagarelar. Ao mesmo tempo que era engraçado e por dentro eu tava morrendo de rir, também estávamos com o maior medão, porque né, sabe como andam os noticiários por aí.
Isso faltando uns 10 minutos pro ônibus passar, e foram os 10 minutos mais longos da minha vida.
Ok, passou o ônibus e fomos ao local combinado, e ela estava tocando violão, a música ‘Maldito Hippie Sujo’, do Matanza. Detalhe, que é temporada de DST’s e putaria praia na cidade, e com isso os hippies vêm pra cá vender as coisinhas que fazem.
De repente, minha amiga cantando o refrão “maldito hippie sujo, quero que vá embora, saia já daqui”, tinha uma hippie passando que ia oferecer alguns badulaques pra gente, só que saiu mor sem-graça quando ouviu o refrão.
Ehehehehe.
E agora cá estou eu de férias. Quando estiver com mais criatividade, faço um layout novo.
Beijos de foca.
4 Comentários em “Eu posso explicar”
Mega post hein, e não me venha com essa de emo por acidente…
sahushauhsua
Michiles… pelo menos não fui ALEXANDRE PIRES DAS ANTIGAS por acidente, tá? iuahdiaudhauidhua
o pior é qe a história do emo por acidente é verdade! Fiquei muito preocupada qando eu vi seu pulso jorrando sangue! shiauhsiuahsa
Só acontece com a gente!






Eu juro que não canto mais NADA do Matanza em público.