…volta. Palavras do sábio Michiles, mais conhecido como Pingüim, que provavelmente nem vai ler isso, mas vou creditar assim mesmo. E eu devia ter pensado nisso antes. Aqui vou eu, exibir fatos pra provar que essa frase tem fundamento, contra fatos não há argumentos, e essa é a minha história.
Antes de qualquer coisa, leia a Lifetime part III pra entender.
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Parte I: A ida.
Era uma vez, aquela que vos escreve, conhecida por Phoca, estava no seu terceiro ano e sentada do lado de um amigo chamado Felipe, mas vamos chamá-lo de Koala neste post, durante uma aula inútil. E essa pessoa conhecida por Phoca, adorava fazer trocadilhos. Esse amigo que estava do lado dela, por sua vez, era um mal-humorado de carteirinha. E a pessoinha que estava do lado dele, com seu espírito troll, resolveu irritar.
Phoca: Ei, Felipe, saca só isso.
Koala: Quê?
Phoca: *faz um esquema no canto da folha* Harp Seal -> Arp Seal -> rp Seal -> p Seal -> Pseal. /oia
Koala: Aff, não acredito que você tem tempo disponível pra ficar pensando numas coisas dessas.
Phoca: Melhor do que alguém que tem tempo disponível pra pensar em…deixa quieto.
Koala: Já reparou que você é a única pessoa que vê graça nesses trocadilhos?
Phoca: Na verdade eu reparei que você é o único mal-humorado que reclama deles /hehe
Koala: Então já que você percebeu que eu não gosto, podia parar, né?
Phoca: Parar? Mas quando você não gosta é que fica divertido. /trollface
E assim seguiu-se mais ou menos um mês. Ele tentou de TODAS as maneiras se livrar dos trocadilhos que o irritavam, mas parecia que a sua amiguinha era inatingível. Ele até fingiu gostar desse tal de trocadilho de ‘pseal’, e nem assim sua amiguinha parou.
Então, outro dia a Phoca, troll que era, chegou nele:
Phoca: Ei, Felipe, olha isso aqui.
Koala: Quê que ééé? –’
Phoca: *bate as duas mãos em um lado da mesa duas vezes, e faz o mesmo no outro lado*
Koala: E tá, isso era pra ser o quê?
Phoca: É a dança das Pseals.
Koala: … /facepalm
Phoca: Quê foi? /oia
Koala: Isso é irritante, orra! ¬¬
Phoca: …interessante! /haha
Então tá, o resto da aula era pra ser o suficiente pra ficar enchendo o saco dele.
… era pra ser.
No outro dia, os atentados à paciência alheia já começaram logo cedo. De longe, a amiguinha irritava. De perto, irritava mais ainda.
Quando sentada longe, ela chamava, e quando ela olhava, batia as mãos na mesa. Quando sentada perto, ela ficava o tempo todo batendo na mesa com as mãos, ou com outros objetos. Então, o sábio Pingüim notou a cara de orifício anal do Koala. E a Phoca explicou o que era…
…pra quê fazer isso. Tudo o que o Koala menos queria era alguém troll como o Pingüim sabendo disso. Então como o Pingüim sentava atrás do Koala, ficou o tempo todo batendo na mesa, com as mãos, com o estojo, com os livros, exibindo uma trollface ESPERTA. O Koala na frente se contorcendo de raiva. A Phoca se contorcendo de rir com a cabeça abaixada na cadeira, de costas para o Koala.
Bateu o sinal pro intervalo. E aí veio o estopim…
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… continua.
4 Comentários em “Tudo o que vai…”
wtf, irritar as pessoas é tãaaaaaaaao lecal *-* AHSUAHUSH, espero a continuação e adorei você narrando os fatos, risos.
Quero a continuação agora, tenho dito. Mas cara, é a mais pura verdade, tudo o que vai, volta. Tipo, sempre.
Beijos.
Aloha!
Sorry, mas eu racho de rir com suas histórias, fato.
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Boa sorte nas upadas!
A graça da pessoa não entender a indireta é vc poder chamá-la de burra!
Aloha!






Eu ainda lembro disso.