Eu prometi que ia contar sobre como foi minha estadia em Goiânia, né? Seja aqui na Barra ou em qualquer outro lugar, minhas férias têm sido divinas, o almoço virou meu café-da-manhã, passo o dia inteiro fazendo P.N. e ainda perco uns quilos mesmo com tamanho sedentarismo e comendo a quantidade de porcarias que eu tenho comido. É isso aê -qqq
Mas Goiânia tem coisas que aqui onde eu moro não tem. E não, eu não fui lá pra ver a quantidade de duplas de corno-music que tem lá. Tem outras coisas, ó:
1. Internet boa.
Cara, se cada pessoa tiver uma sina, a minha é ter internet ruim. Depois de dois anos com uma via rádio HORRÍVEL, meu pai emputeceu de vez e comprou um mini-modem da Vivo 3G.
Supostamente o tráfego deveria ser ilimitado, e quando ele comprou o mini-modem, tava tudo muito lindo e tudo muito belo. Até que apareceu mensagenzinha tosca falando que tinha passado do limite, e que por isso iam diminuir a velocidade.
Tá, mas QUATRO KB/S É APELAÇÃO! Porra. Isso lá é velocidade pela qual você paga uma pancada todo mês? Vai se ferrar, vai se ferrar.
E lá em Goiânia foi minha salvação. Cidade evoluída é OOOOUTRA coisa, diferente dessa cidade chamada Barra do Garças, onde é raridade alguém com QI acima de 90, como diz a Maapha com toda a razão do mundo. Esse povo aqui simplesmente não deve gostar de dinheiro, porque tem bairros aqui onde internet boa é algo que non ecsiste e NINGUÉM investe nisso! Que raiva.
Vivo: Se ferrou, manola
2. Coisas mais interessantes para fazer.
Cinema, compras, parque de diversões, casa e comida da vovó, matar a saudade da família. E morrer de rir.
2.1 – Casa da vovó.
Antes de qualquer coisa vou falar sobre três pessoas:
Deborah: É a minha irmã, quase extremo-oposto, alguns anos mais velha do que eu mas com a idade mental de 8 anos. Não que a minha idade mental seja lá muito alta, mas a Deborah é o tipo de pessoa que sempre vai ter um parafuso a menos. (ah, oi, Deborah, te amo, ok? hahaha, que bom que você gostou da minha descrição sobre você, sabia que você ia concordar com tudo! hihi)
Henrique: Dentre os meus três primos mais próximos, ele é o mais velho, e o nerd da turma. Também é tipo 5 no eneagrama, e é uma das encarnações da ironia e das sacadas inteligentes, por meio de indiretas. Desde pequeno sempre demonstrou ser assim.
Eduardo: Irmão mais novo do citado acima, viciado em twitter e é o que sempre leva as cortadas dos mais velhos.
Então fui na casa da minha vó, e coincidentemente o Eduardo tava com suspeita de dengue. A Deborah tava achando que era palhaçada dele, e o Henrique também, que era gracinha só para poder ficar na folga.
Deborah: Eduardo, você acha que me engana? hahahahaha, eu te conheço, sei muito bem quando você tá aprontando, eu não sou igual a tia Sílvia e a vovó que acreditam nessas coisas ahahahahaha
Henrique: Por que você não pára logo com isso? Você não tá com dengue coisa nenhuma.
Eduardo: Mas eu tô com os sintomas, febre, dor no corpo, vômitos.
Henrique: E daí? Tem várias outras doenças com esses mesmos sintomas.
Eduardo: E a diarréia, como você me explica?
Henrique: É porque você tá derretendo, Eduardo.
…
Eu: AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA LOL ASUHASIUDHASDIUSHDUIHDUSIA ahahahahah hehehehhehehehehe hihi hehe…hi…. [...] AHAHAHA PQP
Henrique e Deborah: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
Vovó: Nossa, mas eu fico morrendo de desgosto com umas coisas dessas, vocês ficam tratando mal quem é da própria família de vocês, blablabla, blablabla
Deborah: *baixinho* pára de rir, Rayzah! AHAHAHAHAHAHAH
Eu: Não consigo…HAHAHAHAHAHAHA, *vira pra um canto e se contorce de tanto rir*
Essa não foi a única piadinha que saiu entre eles. É assim todo dia.
2.2 – Cinema.
O filme do Sherlock Holmes é MARA! Adorei mesmo, muito bom. Quando fui assistir não achei que ia me surpreender tanto. E o Lord Blackwood se ferrou \o/. Só não fui no cinema mais vezes por falta de money. Aqui onde eu moro, tinha um cinema-wannabe que era PODRE. Uma sala minúscula, poltronas duras, a qualidade de som e de imagem era um lixo, e os filmes só chegavam depois de um mês de lançados. Podre, podre, podre. Por isso que faliu. E é mais uma prova de que barragarcense deve ter repulsa por investir nas coisas pra ganhar dinheiro.
2.3 – Compras a preço mais baixo.
No dia que eu tinha chegado em Goiânia, meu pai resolveu ir direto pro Flamboyant, pra almoçar e comprar uns troços. Aí eu fui pra Saraiva.
De primeiro, fui direto pro fundo onde tinha uns cd’s e achei o que eu tava procurando, Dark Passion Play, do Nightwish. Antes que venham: ” nossa, não sabe baixar música não? rerere”, eu já digo que Nightwish é a única banda que eu faço questão de comprar cd original. Fato.
O preço era R$ 24,90. E eu só tinha vinte e alguns trocados lá na carteira. Então falei pra um manolo ali:
-Não vai me dar um desconto não? 8D
-Vou sim…de 24,90 pra 24,90? ahahaha
-Sacanargi, querido, eu saio de lá do Mato Grosso pra vir comprar um cd e eu não ganho desconto? Que horror. Só tô com vinte aqui no caixa, e se eu não ganhar um desconto vou ter que ir ali pedir pro segundo caixa meu pai lá fora. Deixa de ser chato.
-Ah, então tá, mas posso fazer por vinte e dois reais só porque você foi honesta comigo.
-Vinte e dois? Ok acho que não preciso ir lá no segundo caixa. *paga alegremente e vai indo para fora quando…*
…
- QUÊÊÊÊ???? O LIVRO NOVO DO DAN BROWN? OMFG, QUANTOTÁQUANTOTÁ -q
E lá fui eu encontrar com o segundo caixa e pedir o dinheiro para comprar o livro também. Ele deu, fui lá, comprei e depois disso meu pai me deixou na casa da minha irmã Lorena. Depois ele foi zanzar na rua e não o encontrei mais.
A Jéssica, best friend, estava lá com a Gabriela mexendo com umas caixas lá. Colando figuras, e colando também seus cabelos. Só me restou rir das duas. No outro dia cedo a Jéssica tinha pedido pra gente ir no Pão-de-Açúcar com ela, porque tinha uma loja lá que vendia umas bolsas pra notebook e ela queria dar uma olhada.
Dias depois, fui na feira e comprei roupas que estava precisando. E vai se ferrar se você gosta MESMO de desperdiçar dinheiro pagando 220 reais em marcas e etiquetas. Dinheiro não é capim. (y)
2.4 – Parque de diversões.
Até que parque de diversões eu não faço tanta questão, mas como tinha tempo que eu não ia em um, e pela companhia, eu fui. Rommel, Erica, Gabriela, Matheus e Jéssica.
Justamente porque eu não ia em um há algum tempo, eu tinha esquecido que eu tenho um probleminha com medo de altura. Não gosto de adrenalina e de coisas ‘radicais’. Eu já havia pré-determinado que..
- Sem Kamikaze e SEM montanha russa. Ok? Me incluam fora desses dois.
Ok. Chegamos lá. O primeiro brinquedo que a gente foi, era até legalzinho, meio que uma ‘casa de obstáculos’ que eu não lembro o nome agora. Só tinha umas três partes meio tensas, mas tudo correu bem. A terceira parte tensa eu optei por não ir, é tipo uma roda que você tem que correr igual um hamster pra sair dela. Se eu fosse lá o tombo era garantido para a champz desastrada aqui.
Conhece o barco pirata? Pois é, tinha esse, e tinha um parecido cuja única diferença é que ele podia girar completamente, não só dar meia-volta. Era o tapete mágico.
Eu: Ah, não vou nessa busanfa aí não.
Jéssica: Aah, vai sim! Eu vou te levar, você vai ver! E também vou te levar pro kamikaze e pra montanha russa! 8D
Eu: Nããão, eu não gosto dessas coisas, pô. Eu morro de medo de altura, principalmente quando tem um troço me levando a altas velocidades e deixando de cabeça pra baixo. FORA DE QUESTÃO.
Jéssica: Que isso! Você vai gostar! Vamovamovamovamo.
[...]
Eu: FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUU
Jéssica e Gabriela: WOOHOOO! 8DDDDD
Eu: ME TIRA DAQUI FDPFDPFDP SOCORRO AAAAAAAAHLALLAA CHEGA CHEGA CHEGA
Jéssica e Gabriela: YEEEEEES!
Eu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAHLALALAL VOCÊ ME PAGA, JÉSSICA CHEGA CHEGA CHEGA SOCORRO VOU MORRER -q
Carinha do lado: Ah, nem tá tão ruim assi- MEU CELULAR CAIIIU D:
Matheus: Não vou mais nesse troço não! >/
E bem, esse foi o instante em que tanto o meu corpo quanto a minha mente relembraram que eu não tenho um simples problema com medo de altura, mas um SÉRIO problema com medo de altura. Uma vez pra nunca mais. Assim também, lembrei que eu realmente não quero ir no kamikaze pra ficar de cabeça pra baixo, tampouco numa montanha russa com loop. (y)
Me contentei com carrinho de bate-bate, uma minhoca lá parecida com uma montanha russa só que sem loop que o Matheus queria ir toda hora, e um outro brinquedo lá que ficava girando, girando, tipo um trem, que ora era tampado por lona preta para alguns casais darem amassos.
No bate-bate, teve uma hora, que foram eu, o Rommel, a Erica e o Matheus.
Rommel: *aponta pra mim* ahahahahahaaaaaaahahah você tá ferrada! >D
Eu: SACANARGI UNS TRECOS DESSES DDDD:
*todo mundo começa a dirigir*
Eu: *bate no carro da Erica, no do Matheus, e no de uns manolos perto de mim*
Rommel: hahahahaha
Eu: Você disse que eu tava ferrada, né? *vai atrás dele e bate*
Rommel: *bate de volta*
Eu: *dá ré e bate com mais intensidade* Bwahahahahahahahahaahahaha!
Umas horas depois, a gente foi pro Flamboyant comer uma pizza que tava ótima. E horas mais tarde eu estava pegando minhas malas pra voltar para a tentativa de cidade onde eu moro. Eu poderia muito bem não ter voltado, mas é que eu tenho umas coisas pra fazer aqui, e aqui tem coisas que em Goiânia não tem: Meu quarto, e minhas cachorrinhas.
E voltei pra minha realidade.
Pessoas, em breve vou mudar o layout do blog, ou ao menos tentar. E continuem visitando, pois quando eu terminar de mudar o layout, vou fazer posts ainda mais engraçados do que guia de como ser popular na universidade.
;*









Nunca fui a Goiânia, mas pelo que vc falou, oarece ser muito legal mesmo. Eu tbm moro numa cidade horrível e pouquíssimo desenvolvida. Mas pelo menos eu tenho uma internet razoável KKKKKKKK